sexta-feira, 27 de junho de 2014

26 de junho - Nova York: Museu de História Natural

Não sei de onde nem como, mesmo estando exaustos com a noite não/mal dormida, arranjamos forças pra andar até o Museu de História Natural, que sempre fui doida pra conhecer e que o Eduardo havia visitado muitos anos atrás.

Logo no saguão de entrada, os esqueletos de dinossauros já impressionam bastante, com suas cabeças inacreditavelmente pequenas e movimentos sinuosos que foram simulados pelos habilidosos modelistas que refizeram as estruturas.




Ladeando a fila de espera para compra dos bilhetes, dois textos inspiradores de Theodore Roosevelt, um sobre a Natureza e outro voltado para os jovens. Jovens, inclusive, são o público favorito desse museu, que contava com hordas de adolescentes e crianças acompanhadas por suas famílias. Era bonitinho ver as carinhas de alegria, impressionando-se com a história do seu mundo, apresentada de uma forma absolutamente encantadora, como só os americanos, reis do entretenimento, são capazes de fazer.



Depois de uma fila de 10 minutos, compramos no próprio guichê do museu o New York City Pass, que nos dava direito a essa e diversas atrações que desejávamos ver. Seguimos logo para o Akeley Hall, a sala dos grandes mamíferos africanos, e ficamos boquiabertos com a perfeição dos modelos das mais diversas espécies, em recriações dramáticas e também naturais, ambientados por dioramas detalhadamente pintados, que detalhavam o habitat dos animais.

Vale conferir a página do site do museu que fala sobre esta sala... http://www.amnh.org/exhibitions/permanent-exhibitions/mammal-halls/akeley-hall-of-african-mammals

foto do site do museu

Nossas fotos...





Esse esquema foi idealizado pelo naturalista Carl Akeley, que, segundo lemos, faleceu enquanto pintava o diorama que hoje ambienta os modelos de gorilas.


Na sala da evolução humana, conferimos os nossos primeiros ancestrais e o processo engenhoso com que artistas recriam as feições dos primeiros hominídeos, a partir dos crânios encontrados.


Ficamos impressionados com o tamanico do nosso ancestral humano mais antigo, que foi habilimente apresentado por meio de um casal, caminhando em uma posição que demonstrava afeto e uma interação social facilmente reconhecível. Pareciam estar passeando no calçadão de Copacabana.



Às 15h, fomos assistir ao Space Show chamado Dark Universe, onde a espetacular projeção em um domo nos dava a impressão de estarmos numa espaçonave, ou no camarote de algum deus. O Big Bang e diversas outras teorias foram detalhadamente explicados, dando a noção de que quanto mais se descobre, mais se percebe o quanto falta conhecer a respeito do universo.

Ainda tivemos fôlego pra passar pelas sala dos animais marítimos, uma delas contando com uma imponente baleia azul que vem a ser o maior animal que jamais existiu na Terra. E eu crente que o Tiranossauro Rex ganhava de todo mundo, veja só!

foto do site do museu

Nossas fotos...





Vimos também diversos outros modelos de mamíferos incríveis, esses já nativos de continentes que não a África...












... e fechamos a visita com o corte de uma sequóia gigante, que mostrava a inacreditável quantidade de anos que aquele vegetal viveu.



Voltamos andando ao hotel, sem forças de parar para jantar, de forma que compramos um lanche engana-fome no Starbucks debaixo do Empire (há um Starbucks praticamente em todo quarteirão!!!!) e, depois de um acalentado banho, fomos dormir às 7 horas da noite (era dia claro ainda).

Ufa!

See you!

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